Cineclube de Faro Cineclube de Faro
  • Início
      • Agendas
  • Programação
      • Histórico
          • Video Lucem 18/19
      • Imprensa
  • Sobre nós
      • Ser sócio
      • Ser voluntário
  • Animagoria
  • Parcerias e Colaborações
  • Biblioteca
  • Formação
  • Ligações
  • Contactos
  • Entrada_
  • Programação_
  • Histórico_
  • 2019_
  • duplas - 2019_
  • o ecrã e a fúria_
  • Esplendor na Relva / Splendor in the Grass

Esplendor na Relva / Splendor in the Grass

Categoria hospedeira: duplas - 2019
in o ecrã e a fúria

17 NOV | IPDJ | 15H00
ESPLENDOR NA RELVA, Elia Kazan, EUA, 1961, 1124', M/12

ficha técnica: aqui

críticas

Não fiz sondagens mas posso apresentar uma mão-cheia de honrados cidadãos que, tendo visto Esplendor na Relva pelo menos uma meia-dúzia de vezes, conhecendo-lhe os cantos e os truques todos, mal a Natalie Wood começa a recitar o poema de onde vem o título do filme são percorridos por uma espécie de descarga eléctrica que tem o condão divino de pôr a funcionar as glânduIas lacrimais de pronto. A partir daí e até ao fim do filme (até ouvirmos outra vez o poema), as lágrimas quase não abrandam e quanto a secarem por completo nem pensar nisso. 
É por fazer chorar honrados cidadãos advertidos que Esplendor na Relva é um filme que só os tontos não amam? É claro que não. Mas esse facto, essa capacidade de nos emocionar intensamente, essa nostalgia pelo tempo das esperanças e dos ideais que o próprio tempo — e a marcha da realidade — liquidou, é um sentimento tão forte, tão sublime e tão enraizado na matéria dramática deste filme que falar de lágrimas diante de Esplendor na Relva é, se calhar, sinónimo de afirmar que ele toca no fundo dos fundos de nós.
E isso só filmes muito raros fazem.
Tal como só filmes ainda mais raros conseguem falar de desejo inconsumado com a vertigem demencial que Esplendor na Relva pratica. O plano de Natalie Wood no banho não é só uma cena de cinema invulgar, é uma visão, um espasmo, a dor mais interior do mundo, como um vulcão que abafassem. E é possível falar da pungência triste do remorso por termos consentido na banalização da realidade, nesse reencontro final entre Beatty e Natalie Wood, depois de uma “normalização” pelo silêncio, pelo recalcamento, pela adequação de que, um dia, fora belo, ao que a realidade quer feio e conformado.
Toda a beleza, toda a tristeza: Esplendor na Relva [...] um dos mais emocinantes filmes de que há memória.
Jorge Leitão Ramos, Expresso, 15/09/1989

Calendário

Ano anteriorMês anteriorPróximo anoPróximo mês
março 2026
Seg. Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom.
1
2
3
4
5
Lavagante
21:30
IPDJ
Mário Barroso.PT: 2025. 92' . M/12
Data : 05-03-2026
6
7
8
9
10
11
12
Orwell 2+2=5
21:30
IPDJ
Raoul Peck.US/FR: 2025.119’. M/14
Data : 12-03-2026
13
14
15
16
17
18
19
A Voz de Hind Rajab
21:30
IPDJ
Kaouther Ben Hania. TN/FR: 2025. 89'. M/12
Data : 19-03-2026
20
LES ALGUES VERTES
21:00
Biblioteca Municipal de Faro
Pierre Jolivet. FR: 2023. 110’. M/12
Data : 20-03-2026
21
22
23
24
25
26
A Mais Preciosa Mercadoria
21:30
IPDJ
Michel Hazanavicius. FR/BE: 2024. 81’. M/12
Data : 26-03-2026
27
28
29
30
31

Ciclo do Mês

  • ciclo do mês - abril 2018
  • ciclo do mês - janeiro 2019
  • ciclo do mês - março 2019
  • ciclo do mês - fevereiro 2019
  • ciclo do mês - abril 2019
  • ciclo do mês - maio 2019
  • ciclo do mês - junho 2019
  • Ciclo do mês - outubro 2019
  • Ciclo do mês - novembro 2019
  • Ciclo do mês - dezembro 2019
  • Ciclo do mês - Janeiro 2020
  • Ciclo do mês - Fevereiro 2020
  • Ciclo do mês - Março 2020
  • Ciclo do mês - Junho/Julho 2020
  • Ciclo do mês - Outubro 2020
  • ciclo mês - novembro20
  • Ciclo de Mês . Dezembro 2020
  • 2021
  • 2022
Cineclube de Faro
Login or register
Esqueceu-se do nome de utilizador? / Esqueceu-se da senha?
Login with Facebook
Login with Google +