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A VIDA LUMINOSA

Categoria hospedeira: Programação
in Festa do Cinema ao Ar Livre

CLAUSTRO MUSEU MUNICIPAL DE FARO | 21h45

DIA 25 AGOSTO - 2ªFEIRA

A CADA DIA QUE PASSA
Emanuel Nevado, PT, 2024, 11’

D. Piedade é uma ratinha já com alguma idade que vive numa pequena aldeia no interior montanhoso de Portugal. A sua existência é composta maioritariamente por solidão, memórias e uma rotina rígida, guiada pelo ritmo regular do relógio e do chá que bebe com as suas amigas, duas irmãs que vivem na mesma aldeia.

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A VIDA LUMINOSA
João Rosas, PT/FR, 2025, 99’, M/12

Primavera em Lisboa e Nicolau faz 24 anos, mas não festeja.
A viver em casa dos pais refém de um sonho de ser músico que não se concretiza e preso à imagem ideal de uma ex-namorada que o deixou há um ano e não voltou a rever, Nicolau sente-se incapaz de andar para a frente e inventar uma vida que seja sua. Vai tendo biscates que não lhe permitem sair de casa dos pais, até ao dia em que descobre que também a mãe está tão insatisfeita com a vida como ele.
Nicolau sofre um abalo, mas não cai. Pelo contrário, avança. Arranja emprego numa papelaria, muda-se para uma casa partilhada, e lá se põe então a vida de novo em movimento. E com ela os sonhos e o coração.
Lá à frente, uma rapariga e uma ilha.

No cinema português de hoje, o melhor cronista do “boy meets girl” é João Rosas. A escrita elegante, o humor sofisticado, o coloquialismo, um toque absurdo, um amor pelas personagens. - Pedro Mexia, Expresso

Com algo de Éric Rohmer na sua flânerie sem rumo por uma Lisboa que vai da Cinemateca à Quinta da Luz, das Avenidas Novas a Arroios, Rosas filma com simpatia e fragilidade um rapaz à deriva em busca de si próprio, que percebe ser altura de crescer e decidir o que fazer, com uma descontracção narrativa que pode fazer A Vida Luminosa ressoar com a geração que retrata. - Jorge Mourinha, Público

Saído de uma relação difícil de dissipar da mente, do coração e do libido, dividido entre trabalhos precários e “de sol de pouca dura”, participante pouco entusiástico de uma banda de garagem que nunca arranca, o nosso protagonista constrói-se (…) de futuros escassos mas esperanças intactas, alimentadas pela colheita da sua jovialidade. Sexo, cultura, a mística da tenra idade (como um passeio por Lisboa!), Rosas retrata tudo com exatidão e conhecimento, mantendo a credibilidade de um percurso íntimo. Adivinha-se que "A Vida Luminosa" possa ser lido de múltiplas formas: como “filme de cidade”, como crónica anedótica da juventude inconstante. Hugo Gomes, Cinematograficamente Falando

O humor dos diálogos, a luminosidade da imagem, a espessura e os sonhos que se pressentem nos olhares das personagens tornam o filme uma experiência maravilhosa de cinema. Um potencial filme de culto. A partir de agora, somos todos Nicolau. - João Antunes, JN

É um filme habitado: de gente, de lugares, de marcos ou cultura identificável, é o coming-of-age que nos olha com tamanha esperança, pois, na “flor da idade”, tomam-se riscos, e a indecisão converte-se numa constante da sua naturalidade. -  Hugo Gomes, Cinematograficamente Falando

É um filme incrivelmente detalhado, cheio de pormenores, numa caracterização riquíssima de tudo (gente & cidade), e que com isso põe tudo a pulsar, a palpitar de “vida luminosa”. -  Luís Miguel Oliveira, Público

Ligeiramente irónico e subversivo e com outro personagem principal: Lisboa.  - Cineuropa

Ao mesmo tempo feliz e melancólico, com momentos de surreal comédia e sensualidade. - Hollywood Reporter

Deliciosamente descontraído e livre. Um gesto audacioso, o filme é encantador.  - Screen International

Excelente. Podemos ter bas nossas ma~so um outro Hong SangSoo ou Rohmer. - Jorney into Cinema

Um filme belíssimo. - Paulo Portugal, Cinema7arte

Encontros, amores e desamores. Não deixa por isso de ser romântico. - Susana Bessa, à pala de walsh

O que comove é a atenção ao mapa afectivo da cidade.  - Inês N. Lourenço, A Grande Ilusão

    

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